Conhecido como o “macro dos micronutrientes”, o boro pode ser um problema tanto pela sua falta, impactando negativamente no crescimento das plantas e nos resultados finais das lavouras, assim como pelo  seu excesso (quando mal manejado) causando fitotoxidez e até mesmo morte às plantas.


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Você sabe o que é o Boro? É um microelemento essencial para o crescimento das plantas. Nenhuma planta completa o ciclo de vida sem ele, e não pode ser substituído. Sua aplicação pode ser feita de diferentes maneiras, dependendo da necessidade. 

No Brasil, os teores de B são baixos apresentando sintomas de deficiência em diversas  espécies  vegetais. A matéria orgânica constitui importante fonte desse elemento para as plantas através do processo de mineralização. A textura do solo também exerce influência na disponibilidade de boro, sendo esperado maiores teores de boro com o aumento do teor de argila. Em solos arenosos, podem ocorrer maiores perdas desse nutriente por lixiviação, carreado pelo fluxo de águas pluviais.

IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DO SOLO NA GESTÃO DO BORO

Portanto, fica claro a importância do Boro para as plantas. Também é preciso se atentar aos problemas que ele pode causar em excesso. Existe um limite para sua aplicação no solo que, se ultrapassado, pode causar fitotoxidez nas plantas e até mesmo levar à morte. 

Por isso, é de extrema relevância a análise do solo neste processo. É preciso conhecer qual a disponibilidade de Boro no solo e compreender quais as melhores estratégias a serem utilizadas para a sua correção e manejo.

A APLICAÇÃO DO BORO

Mas fica a questão, como aplicar o Boro? Ele pode ser associado a fertilizantes? Há a possibilidade de uma aplicação foliar?

A aplicação de boro para satisfazer a demanda das culturas agrícolas deve ser feita via solo. Pode ser feita no sulco de plantio junto com fertilizantes NPK enriquecidos com boro, ou em área total (sozinho, por meio da ulexita, ou associado a outros fertilizantes, como KCl ou enxofre elementar, que são comumente feitos à lanço). Existe também a possibilidade da aplicação do boro via solo de forma fluida e em área total na dessecação, simultaneamente com o herbicida. 

A fonte tradicionalmente mais utilizada via foliar é o ácido bórico (~17% B), mas essa modalidade tem algumas restrições pelo fato dessa fonte ser altamente lixiviável (perdas acentuadas) no solo e dos problemas operacionais relacionados com a dificuldade da dissolução do produto no tanque de pulverização. A aplicação foliar, sendo o B imóvel no floema, pode ser uma alternativa em apenas algumas ocasiões, seja para remediar uma deficiência aparente de boro ou uma possível complementação à dose aplicada no solo. 

Para a aplicação via solo, recomenda-se preferencialmente o Tetraborato de Sódio Pentahidratado ou Bórax Penta (Na2B4O7.5H2O) e Ulexita (Na2O.2CaO.5B2O3.16H2O). A aplicação de ulexita de maneira isolada vem trazendo bons resultados. A menor solubilidade e a liberação gradual dessa fonte boratada trazem vantagens quando utilizada para manutenção dos níveis de boro no solo, por exemplo: diminuição das perdas por lixiviação e diminuição dos riscos de fitotoxicidade.

A ulexita é um borato de cálcio e sódio, dividido em dois tipos:

– Oxissulfato (ulexita granulada):

Tratamento visando aumentar a % de B e diminuir a % de água, granulação com H2SO4.Geralmente, apresenta 10 a 12% de B, grau de hidratação médio e solubilidade média.

– Calcinada:

Ulexita – lavagem com H2O – filtragem – ↑ temperaturas – secador rotativo – granulação.

Alta temperatura de secagem é feita para aumentar a % de B através da remoção de H2O, porém pode provocar alterações mineralógicas e estruturais. A desidratação de minérios diminui a solubilidade em água.

Ou seja, ele é sem dúvida um dos mais relevantes nutrientes que o agricultor deve-se atentar no  planejamento da adubação. Primeiro, pela escassez nos solos brasileiros, depois pela sutileza na sua gestão, que demanda bastante conhecimento prévio de análise de solo e gestão de nutrientes. Portanto, é preciso cuidar do Boro para que as plantas se desenvolvam para atingir o máximo do seu teto produtivo.

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